Rodolfo Augusto de Amorim Garcia, nascido na cidade de Ceará-Mirim em 26/05/1873. Rodolfo Garcia inscreveu o seu nome na historiografia brasileira, entre outras razões, por ter anotado toda a 3ª edição da História do Brasil de Varnbagen. Sua contribuição como historiador e pesquisador, se deu principalmente no campo da etimologia, etnografia e ensaística. Bacharelou-se pela Faculdade de Direito do Recife na turma de 1908. Depois da formatura, dedicou-se às letras, ao magistério, e aos trabalhos de pesquisa histórica. Tomou parte ativa na campanha de Rosa e Silva e Dantas Barreto, no Recife, ao lado do primeiro. Derrotado seu candidato, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde foi secretário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e dirigiu o Museu Histórico Nacional. Mais tarde, foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional, reunindo à sua volta grandes figuras das letras nacionais, como Capistrano de Abreu, Sousa Dorca, Peregrino Junior e Pedro Calmon. Essa reunião passou a chamar-se “A Garciana”, evidente alusão ao sobrenome do diretor da Biblioteca Nacional. Segundo Oliveira Lima, Rodolfo Garcia ‘nos ensinou o Brasil”. A 13 de abril de 1935, Rodolfo Garcia tomou posse na Academia Brasileira de Letras, na cadeira 39, cujo patrono é Adolfo Varnhagen, na vaga deixada por Rocha Pombo. Rodolfo Garcia foi o Primeiro norte-rio-grandense eleito para a Academia Brasileira de Letras, Pseudônimos: Filobiblion e Sargento da Banda. Faleceu no Rio de Janeiro em 14/11/1949.
Foto: Academia Brasileira de Letras.
Com informações do livro 400 Nomes de Natal.
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