Amaro Barreto

Ana Tersuliano
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16/11/2025 às
18:53

Nascido em 15 de janeiro de 1827, na cidade de Nazaré/PE, Amaro Barreto de Albuquerque Maranhão foi comerciante e indústria. Fez-se norte-rio-grandense por adoção e constituiu família no estado. Teve catorze filhos, três que vieram a tornar-se nome de relevo na história do Rio Grande do Norte: Pedro Velho, Augusto Severo e Alberto Maranhão. Um outro filho, com o mesmo nome do pai e nascido em Natal, também acompanhou os trabalhos aqui iniciados desde onde vivia, no Rio de Janeiro.

Ao lado do sogro, Fabrício Pedroza, foi comerciante em Guarapes, um dos maiores polos comerciais da Província. Foi também um grande proprietário rural, senhor do engenho “Ilha”, em Canguaretama. Quando residia em Macaíba, batalhou pelo desenvolvimento local e, segundo Antônio Soares, foi dele a “iniciativa e direção a construção de uma estrada de rodagem ligando aquela localidade à capital”. Parte dessa estrada está incorporada à cidade de Natal, como as ruas “Amaro Barreto”, no Alecrim, e “Mário Negócio”, nas Quintas.

Foi pioneiro na indústria e obteve a concessão para a primeira (e durante muitos anos a única) indústria têxtil do Estado, a fábrica de Fiação e Tecidos Natal, que o seu genro, Jovino Barreto, inaugurou em 1888 e dirigiu

Amaro Barreto faleceu em Recife/PE, no dia 25 de agosto de 1896. Seu nome denomina uma rua no bairro do Alecrim, em Natal/RN.

Com informações e imagem livro: 400 Nomes de Natal – Coleção Natal 400 Anos.

Foto: Álbum Ivo V. Pedrosa

Pesquisa e edição: Ricardo Tersuliano – Historiador Independente – e-mail: ricardotersuliano.iaphacc@gmail.com – Colaborador do Blog do Cobra.

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